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Faça velhas brincadeiras com seus filhos

11 de outubro de 2016.

Nesta quarta-feira, dia 12 de outubro, os pais certamente vão presentear os filhos de alguma forma, passear com eles, brincar, irão ao cinema, teatro ou parquinho. Esse convívio mais prazeroso com os bebês e as crianças não deveria se restringir a uma data comemorativa. Brincar com os pais é um dos fatores para a saúde emocional dos pequenos, e se refletirá por toda a vida dos futuros adultos.

Se você ainda não comprou o presente dos filhos, que tal fazê-los em casa com ajuda deles ou desenvolver atividades que não dependem de uma ida à loja? A Central Nacional Unimed selecionou uma série de sugestões para que a brincadeira não pare no dia 12 de outubro.

 

Bebês (zero aos dois anos)

- Para os mais novinhos, os móbiles suspensos sobre o berço despertam a atenção.

- Cubos de encaixar ajudam a desenvolver a coordenação motora. Quanto mais coloridos, melhor.

- Cante músicas de ninar na hora de dormir.

- Sorria sempre, demonstrando sua felicidade em estar com eles.

- Compre brinquedos sempre certificados pelo Inmetro (selo), o que garante sua segurança e indicação para determinada faixa etária.

- O banho também é um bom momento para brincar, sem se descuidar da segurança, evidentemente. Patinhos de borracha e outros bichinhos, como peixes, podem tornar essa experiência mais agradável. Curta junto.

 

 

Crianças (dois a 12 anos incompletos)

Esqueça, por algum tempo, os jogos eletrônicos. Vamos voltar um pouco no tempo, e fazer as velhas brincadeiras da nossa infância.

- Bola é sempre uma campeã da diversão. Preste atenção para não chutá-la nem jogá-la com força. Guarde meias velhas, que estejam sem par, furadas ou puídas. Colocando uma dentro da outra, terá uma bola bem criativa.

- Basta uma caixa de papelão, um gibi, cartolina, lápis, cola em bastão, fita adesiva e uma tesoura sem pontas. Risque um quadradinho na caixa de papelão e corte com a tesoura sem pontas. Recorte uma historinha do gibi de alto a baixo e cole cada tirinha na parte inferior da outra. Atravesse a caixa com um lápis, acima do quadrado recortado. Cole com a fita adesiva a tira de historinhas no lápis, de modo que os desenhos fiquem de frente para o quadradinho recortado. Depois é só girar e o cineminha começará. Que tal fazer umas pipocas?

- O bambolê voltou com tudo. O segredo é passar o bambolê pelo corpo e se mover de maneira que não caia ao chão.

- Nas feirinhas de artesanato os artistas costumam vender petecas, joguinho de origem indígena. Ela tem uma base de borracha, mais pesada, e uma extensão mais leve, feitas de penas naturais ou sintéticas. A criança dá um tapinha na base e a peteca sobe e desce. A brincadeira consiste em não deixá-la cair ao chão.

 

Para todas as idades

Leia livros desde cedo para seu filho. Assim, ele desenvolverá o hábito da leitura e terá mais facilidade para compreender o mundo a seu redor e escreverá bem. Também estimule os pequenos a contar histórias, o que também fortalecerá o gosto pela leitura e a fluência verbal, tão importante para os relacionamentos pessoais e profissionais.

A CNU incentiva a participação de seus funcionários como voluntários na Viva e Deixe Viver, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que tem como missão fomentar a educação e cultura na saúde por meio da leitura e do brincar, visando a transformar a internação hospitalar de crianças e de adolescentes em um momento mais alegre, agradável e terapêutico.
 

Empresa amiga da criança

Parceira da Fundação Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) desde 2010, a Central Nacional Unimed reafirmou, mais uma vez, seus compromissos com a infância e a adolescência. Anualmente, a Fundação avalia e reconhece com o selo Empresa Amiga da Criança as organizações que comprovadamente realizam ações sociais para a promoção e defesa dos direitos desse público. Dentre as práticas assumidas pela operadora nacional, estão:

- Não explorar o trabalho infantil e não empregar adolescentes em atividades noturnas, perigosas e insalubres;
- Alertar os fornecedores contratados que denúncia comprovada de trabalho infantil causará rompimento da relação comercial;
- Realizar ações de conscientização dos clientes, fornecedores e comunidade sobre os prejuízos do trabalho infantil;
- Desenvolver ações em benefício das crianças e adolescentes, como os filhos dos funcionários na área de educação e saúde;
- Realizar ações sociais em benefício de crianças e adolescentes.

“Isto não é, e não dever ser encarado como diferencial. É um dever de todas as empresas. Na CNU é prática presente em todas as nossas relações. Nossos investimentos para as crianças englobam apoio ao GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e Criança com Câncer); formação de educadores para o fortalecimento de hábitos saudáveis na escola, na família e na comunidade; ações para proteção e bem-estar para os filhos dos colaboradores; e forte incentivo ao voluntariado”, enfatiza o vice-presidente Humberto Jorge Isaac, responsável pela área de Responsabilidade Socioambiental da operadora.