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Central Nacional Unimed recebe prestadores em São Paulo

Central Nacional Unimed recebe prestadores em São Paulo

Central Nacional Unimed recebe prestadores em São Paulo

10 Dezembro 2015

09 de dezembro de 2015
 

Os prestadores da rede direta da Central Nacional Unimed reuniram-se em São Paulo, para a 5ª edição do Encontro Nacional Unimed de Relacionamento com Prestadores. Cerca de 522 representantes de Brasília, Salvador, São Luís e capital paulistana prestigiaram o evento que promoveu relacionamento entre a operadora e seus parceiros.
 

Uma das palestras foi de Gines Henrique Martines, superintendente de Provimentos em Saúde na Central Nacional Unimed e responsável pelo núcleo de Auditoria Médica da Central de Autorizações e pelo núcleo de aquisição de OPME, explicou aos participantes do encontro sobre o processo de autorizações da operadora.

Somente em 2014 foram mais de 12,5 milhões. "O nosso intuito é liberar maior parte dos procedimentos de forma automática, tanto que, apenas 944 mil autorizações passaram por análise humanas. Sempre que há complexidade técnica nos procedimentos solicitados, acontece análise criteriosa de especialistas antes da liberação, assim evitamos glosas pós realização do atendimento a nosso usuário", afirmou o superintendente. Um número importante é que apenas 2% das autorizações solicitadas foram negadas e todas essas negativas ligadas a não cumprimento das regras de utilização emanadas da ANS. "A operadora segue a legislação e respeita seus beneficiários, por isso o baixo índice de negativas. Ainda assim, nos últimos 12 meses tivemos algo em torno de 400 liminares, a maioria contrariando protocolos clínicos que justificavam nossa negativa", disse Gines após apresentar o dado surpreendente que cerca de 46% das liminares recebidas pela operadora chegam antes mesmo do pedido médico e sem negativa prévia. 
 

Outro trabalho importante no controle de custos da organização é o do Núcleo de Suprimentos Hospitalares que negocia a compra de Órteses Próteses e Materiais Especiais (Dispositivos Médicos Implantáveis – DMI). Somente nos primeiros 9 meses de 2015 a atividade do núcleo, associada aos controles regulatórios da operadora, geraram uma economia de R$ 34 milhões sem interferir na qualidade do atendimento prestado. "Gastos conscientes e o controle de custos fazem parte da boa gestão do negócio da Central Nacional Unimed. Contamos com nossos prestadores para seguirmos assim e mantermos o sucesso da organização", conclui Gines.
 

Crise econômica
 

Outro destaque foi o palestrante Gonzalo Vecina Neto, superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, comentou que, apesar da população estar cada vez mais idosa, os hospitais brasileiros não estão preparados para atender as enfermidades deste público, pois não há planejamento regionalizado e UTIs suficientes. "O grande problema é continuarmos oferecendo as mesmas coisas à população de um país que mudou muito. O Brasil evoluiu. Hoje é o maior produtor agrícola de alimentos do mundo. Tem ciência e pesquisa. O que precisa mesmo é de melhores políticas. Temos que cobrar e acreditar", concluiu.



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