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Conscientização sobre a depressão é o pontapé inicial contra o preconceito sobre a doença

Conscientização sobre a depressão é o pontapé inicial contra o preconceito sobre a doença

Conscientização sobre a depressão é o pontapé inicial contra o preconceito sobre a doença

30 Junho 2017

30 de junho de 2017.

A depressão, caracterizada por tristeza persistente, perda de interesse por atividades que antes gostava, falta de energia, concentração reduzida, dentre outros sintomas, é o mais comum dos transtornos mentais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a depressão afete mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo a maioria mulheres. No Brasil, a doença atinge 11,5 milhões de pessoas, sendo o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo com maior prevalência nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos.

A falta de apoio às pessoas com transtornos mentais, juntamente com o medo do estigma, impedem muitas pessoas de acessarem o tratamento que necessitam. Assim, com o obejtivo de promover maior conscientização sobre a doença e permitir que as pessoas com depressão busquem e obtenham ajuda, a OMS lançou a campanha mundial “Depressão: vamos conversar”.

Segundo Gláucia Berreta Ruggeri, coordenadora médica do Núcleo de Atenção Integral à Saúde (NAIS) da Central Nacional Unimed, conversar abertamente sobre depressão é o primeiro passo para entender melhor o assunto e reduzir o estigma associado a ele.

“A depressão, assim como outras doenças mentais, é vista na sociedade com muitos mitos e preconceitos. Uma melhor compreensão sobre a depressão, seus riscos, sintomas e as possibilidades de tratamento é um excelente começo e uma das melhores alternativas para se chegar à cura do problema”, explica.

Para identificar a depressão é preciso reconhecer seus sintomas. Faça o quiz abaixo para avaliar se você pode estar em risco de adoecimento mental. Todavia é importante enfatizar que para ter o diagnóstico definitivo e o tratamento adequado é necessário procurar auxílio de um profissional psiquiatra, para auxiliar com as questões físicas e de medicamentos, e um psicólogo, para ajudar nas questões comportamentais e emocionais.

 



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