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Diet, light e zero. Qual a diferença?

Diet, light e zero. Qual a diferença?

Diet, light e zero. Qual a diferença?

30 Março 2016

30 de março de 2016.
 

Na contramão dos junk foods, comidas congeladas e excesso de gordura na alimentação, muitos brasileiros estão em busca de adotar hábitos mais saudáveis para recuperar a forma física e ter qualidade de vida.

Nas prateleiras dos supermercados, alimentos orgânicos, sem açúcar e sem gordura já dividem espaço nas gôndolas. Para ter uma ideia, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos (Abiad) divulgou que 35% dos domicílios do País consomem produtos diet, light e zero. O problema é que muitos os consomem de forma equivocada.

Uma função para cada grupo
 

Pioneiros no mercado, os produtos diet foram criados na década de 1970. Apresentam como diferencial a ausência de um ingrediente que não pode ser consumido por pessoas com necessidades metabólicas específicas, como diabéticos e hipertensos. Por conta disso, podem ser isentos de açúcar, sódio, gordura, glúten ou lactose.

Lançados a partir dos anos 90, os alimentos lights, em vez da ausência total de um nutriente, se diferenciam por apresentarem redução mínima de 25% de suas propriedades nutricionais em comparação ao alimento convencional.

Populares a partir dos anos 2000, os produtos zero possuem valor energético reduzido e ausência total de uma substância, que, na maioria das vezes, é o açúcar ou a gordura. Eles podem ser consumidos por quem deseja emagrecer ou por quem sofre de alguma doença que exige restrições alimentares.

Vale lembrar que mesmo sendo diet, light ou zero, os produtos podem ter quantidade elevada de outro nutriente, como sódio, por isso a importância de ler atentamente o rótulo antes da compra. Vale lembrar que o primeiro ingrediente da lista é sempre o que tem a maior dose na composição do produto.

Para conferir estas e outras dicas de saúde, acesse a revista Vem Viver, da CNU. 



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