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Novas técnicas ajudam na melhora da calvície

Novas técnicas ajudam na melhora da calvície

Novas técnicas ajudam na melhora da calvície

15 Agosto 2016

26 de julho de 2016.
 

A maioria dos homens tem se preocupado mais com a aparência e os cuidados com a beleza e estética. Prova disso é o aumento na procura de cirurgias e tratamentos capilares para controlar a queda de cabelo. Mais comum entre os homens, a queda do cabelo pode ser hereditária, mas também é causada pela testosterona, hormônio produzido em maior quantidade pelo sexo masculino. De acordo com o dermatologista Dr. Gabriel Hernandez Fachini, cooperado da Unimed Catanduva, 90% das cirurgias para implante de cabelo são realizadas em homens. "A procura de mulheres por tratamento existe, mas é infinitamente menor", disse o médico.
 

De acordo com o dermatologista, o transplante capilar é um método antigo, existente há mais de 60 anos. As técnicas têm sido aprimoradas cada vez mais no sentido de que os enxertos sejam de tamanhos cada vez menores, proporcionando resultados estéticos melhores e indolores. Além do implante capilar, o médico ressalta que também pode ser feito implante de sobrancelhas, cílios, barbas e outras regiões do corpo. "O cabelo utilizado é do próprio paciente, o corpo não tem rejeição", disse.
 

Com as novas técnicas, a procura para este tipo de implante tem aumentado. Isso porque o resultado dos transplantes capilares feitos anteriormente era parecido com os cabelos de bonecas. "Atualmente, isso é inaceitável. Não se faz mais cirurgia que apresente este resultado estético. O que tem aumentado a demanda de pacientes são os resultados cada vez mais naturais e cirurgias indolores", ressalta.
 

Há cerca de dez anos, surgiu uma técnica moderna chamada: extração folicular única, que possibilita fazer cirurgias sem cortes. Para isso, é preciso avaliar o paciente e saber qual a melhor indicação para cada caso. "Com apenas anestesia local, o paciente fica lúcido durante todo o procedimento. O pós-operatório tem ficado cada vez mais tranquilo", afirma o Dr. Gabriel.
 

Fonte: Unimed Catanduva



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