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Lixo eletrônico

Lixo eletrônico

Quantidade crescente de lixo eletrônico demanda providências para evitar mais prejuízos ao meio ambiente

Lixo eletrônico

4 Março 2010

Computadores, celulares e câmeras fotográficas são exemplos de aparelhos que são substituídos frequentemente por outros modelos mais avançados. O rápido desenvolvimento tecnológico atrai ainda mais consumidores, o que colabora para o aumento do lixo eletrônico.

Em seu relatório, lançado no dia 22 de fevereiro de 2010, a Organização das Nações Unidas (ONU) faz alerta para o crescimento exponencial de lixo eletrônico em países emergentes e a falta de capacidade para lidar com a situação. O estudo foi realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e prevê graves consequências para o ambiente e a saúde pública.

Entre as substâncias presentes em aparelhos eletrônicos, estão agentes químicos, como mercúrio, ferro e chumbo, que podem penetrar no solo e contaminar a água se forem descartados em locais impróprios. Além disso, esses equipamentos costumam ser feitos de plástico, vidros e metais – materiais que demoram muito tempo para se decompor.

Para tentar solucionar o problema, a ONU sugere a exportação das peças mais perigosas dos países emergentes aos industrializados com capacidade de processá-los de forma adequada. Além disso, a organização pede a criação de centros de gestão de lixo eletrônico e de novas tecnologias de reciclagem.


O Brasil é:
• 1º em volume de lixo eletrônico per capita a cada ano entre países emergentes;
• 1º em quantidade de toneladas de geladeiras abandonas por pessoas a cada ano entre emergentes;
• 2º maior gerador de lixo proveniente de celulares;
• 3º maior responsável por lixo de aparelhos de TV entre economias emergentes.


O que fazer
Cada um também pode adotar algumas atitudes para tentar evitar o aumento de lixo eletrônico e, consequentemente, os prejuízos ao meio ambiente. Os equipamentos que puderem ser reaproveitados podem ser doados a programas sociais de inclusão digital ou entregues a serviços de coleta seletiva.

E, antes de serem rejeitados, o proprietário pode verificar se com um conserto ou adaptação, o aparelho fica apto às condições desejadas, evitando, assim, a geração de mais lixo.


Taise Bertoldi

Fonte: O Estado de S. Paulo/ Brasil é o campeão do lixo eletrônico entre emergentes: acessado em 25/02/2010; Folha Online/ Geração de lixo eletrônico cresce a 40 mi de toneladas por ano, diz ONU: acessado em 25/02/2010; Terra/O que fazer com os computadores velh

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed.


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