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Amor e a autoestima segundo Flávio Gikovate

Amor e a autoestima segundo Flávio Gikovate

Amor e a autoestima segundo Flávio Gikovate

25 Junho 2014
25 de junho de 2014
 
"As mulheres que considerarem beleza e juventude ingredientes essenciais de sua boa autoestima terão um envelhecimento bem mais difícil." O alerta é do psicoterapeuta Flávio Gikovate, 71 anos, 46 deles dedicados a mais de nove mil pacientes. A entrevista está na revista Vem Viver.
 
Seu primeiro livro, "Dificuldades do Amor", foi lançado em 1975. E esse é um tema sempre revisitado por Gikovate. Conheça algumas de suas reflexões sobre relacionamento e a natureza humana:
 
•        Amor: "Até hoje, muito gente gosta de pensar que o encantamento amoroso acontece por acaso e de modo mágico (como se fôssemos mesmo vítimas das flechadas aleatórias do cupido). Não é o que acredito. Penso que existem pelo menos três ingredientes muito relevantes na escolha sentimental: o fato daquela pessoa despertar algum tipo de entusiasmo erótico, a presença nela de alguns ingredientes particularmente agradáveis para o que se encanta e também um aspecto claramente racional relacionado com a admiração".
 
•        Perdas, separações e rupturas: "Algumas pessoas ficam tão traumatizadas com as dores relacionadas com a separação amorosa que nunca mais ousam tentar um novo relacionamento. Mais sábio é tentar aprender com os erros e entender por que uma aventura romântica fracassou: não é raro que derive de uma má escolha. Quem faz autocrítica e percebe onde está o erro que conduziu ao fracasso amoroso, tende a ganhar coragem e sair em busca de novas experiências".
 
•        Admirações: "O amor deriva da admiração. As mulheres se encantam pelos homens que elas consideram ‘maiores' que elas e isso complica a vida das mais dotadas. As ‘maiores' mulheres (bom caráter, independentes, sensuais) esperam encontrar parceiros ‘melhores' que elas: não espanta que esse objetivo seja difícil. A solução para novos dilemas costuma derivar de uma nova forma de pensar: que tal substituirmos a ideia de ‘maior' e ‘menor' por afinidades?".
 
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