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Consulta ao pediatra evita frustações e preocupações geradas por ansiedade.

Consulta ao pediatra evita frustações e preocupações geradas por ansiedade.

Consulta ao pediatra evita frustações e preocupações geradas por ansiedade.

24 Julho 2017

24 de julho de 2017.

A expectativa de vida de um adulto, hoje em dia, é de até 100 anos, e para chegar ao centenário com saúde é necessário que os pais escolham, até mesmo um mês antes do nascimento da criança, qual será o pediatra que receberá e cuidará de todo o desenvolvimento durante a infância até chegar a fase adulta. A orientação é da Dra. Adriana Mancini de Castro Nardi, pediatra cooperada da Unimed Catanduva.

O acompanhamento contínuo é definido pela Puericultura, ciência que reúne todas as noções de fisiologia, higiene, e de sociologia, suscetível a favorecer o desenvolvimento físico e psíquico da criança, desde a gestação até a puberdade. Em outras palavras, a criança é uma semente, na qual o pediatra tem a função de um jardineiro que tem a obrigação de cultivar e de protegê-la, até que cresça, floresça e chegue a vida adulta.

“Os primeiros 1.100 dias da vida do bebê é que determinará quem será a criança na vida adulta. O contato dos pais com o pediatra antes mesmo do nascimento da criança ajuda a sanar dúvidas e, no caso das mães, é possível até ensinar técnicas de como melhor amamentar a criança”, disse a pediatra.

Dra. Adriana ainda lembrou que os pais têm a seu dispor este atendimento completo oferecido inclusive pela Unimed Catanduva. “A cooperativa disponibiliza o atendimento da criança durante toda sua fase de evolução.  A intenção é proteger e reduzir casos de doenças. É muito mais barato a prevenção, do que tratar a doença”, alertou.

A puericultura também contribui com a cumplicidade e aproximação de médico–paciente, que facilita aos pais lidar com o desenvolvimento da criança. De acordo com especialista, na puericultura é acompanhada o perímetro cefálico do bebê, o desenvolvimento estrutural e o desenvolvimento neuromotor, além de identificar doenças em que às vezes, os pais não conseguem identificar logo de início. “Trabalhamos também com a epigenética (forma de modificar), estimulando o parto normal, o aleitamento materno com até dois anos de idade e alimentação correta. Ações importantes que poderão definir a vida adulta desta criança”, disse.

Prontosocorrização de pediatria 
Para os pais que estão acostumados a recorrer ao Pronto Socorro logo no primeiro sintoma de um resfriado, ou sintomas considerados corriqueiros na fase em que está a criança, Dra. Adriana alertou que estes pais colocam em risco a saúde do filho. De acordo com a pediatra, o Pronto Socorro é indicado em caso de atendimento de urgência/emergência. No caso das preocupações básicas como um resfriado, assadura, a orientação é de que sempre procure levar a criança ao consultório do pediatra. É no consultório que os pais recebem as orientações necessárias para melhor acompanhamento, principalmente para evitar complicações de alguma doença.

“A mãe que leva a criança ao Pronto Socorro e não leva ao consultório, está negligenciando. Não dá oportunidade ao filho de receber um acompanhamento adequado com um especialista”. De acordo com a pediatra, 75% das crianças que frequentam um Pronto Socorro não eram para estar ali, ou seja, não apresentam sintomas que elencam atendimento de urgência ou emergência.

Para a especialista, um dos fatores que faz com que os pais procurem o Pronto Socorro com mais frequência é ansiedade gerada devido aos demais compromissos assumidos por eles. “Nos dias atuais, as mães lidam com urgência e desfrutam de pouco tempo, ou seja, não conseguem faltar do serviço para levar o filho ao consultório e optam pelo Pronto Socorro sem a necessidade de agendamento, e sobrecarrega o atendimento.  Ao mesmo tempo, há pais que acreditam que o fato de ser atendido no Pronto Socorro e realizar exames (raio –x, tomografia, ressonância magnética) seja uma forma de resolver o problema, se esquecendo que é necessário um acompanhamento de um pediatra, logo após esses exames”, alertou.

A pediatra ainda ressaltou que no Pronto Socorro não é possível criar um vínculo de médico-paciente, é um ambiente para se salvar vidas, com grande fluxo de atendimento e tensão, no qual gera estresse desnecessário à mãe, ao profissional, e até mesmo à criança.

Fonte: Unimed Catanduva



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